“Vejo no cenário pós-pandemia uma oportunidade sem precedentes para as instituições de ensino. O momento de se abrir para o novo. A pergunta que as escolas devem se fazer é: Como incorporar o que foi aprendido durante a pandemia para redesenhar sua estratégia futura? Como vamos mudar nossa forma ensinar e aprender? A pandemia da Covid-19 foi a catapulta das tendências que vinham aparecendo, provocando uma grande aceleração. Cabe às escolas discutir com agilidade, mas sem perder a profundidade, essas tendências e reescrever suas estratégias para um futuro que chega mais cedo. No currículo, devemos formar indivíduos capazes de solucionar problemas complexos, pensar de forma criativa e ter flexibilidade cognitiva, focando em competências socioemocionais. Devem se tornar capazes de colaborar com as máquinas e novas tecnologias, não competir com elas, e de se conectar cada vez mais com a realidade, propondo soluções para problemas reais e atuais da sociedade. A escola deve nutrir nos alunos a curiosidade, e as competências para aprender a vida inteira, ensinando-os a pensarem globalmente, justamente para que sejam capazes de responder e contribuir com a construção de um mundo mais igualitário e em constante mudança”, afirma Maria Eduarda Sawaya, sócia-fundadora e diretora da Beacon.
Veja reportagem na íntegra [clique aqui], com entrevista da nossa diretora Maria Eduarda Sawaya a revista Direcional Escolas.
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